Michael Snows photograph from 1960.

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Stanley Kubrick      Couple Playing Footsies on the Subway, New York City      1946.

 

Stanley Kubrick      Couple Playing Footsies on the Subway, New York City      1946.

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"Vai ver eu lia histórias demais. Porque vivia pensando em outras que não a minha. Lá pelas tantas da madrugada, quando não havia chance de ninguém ler meus rodeios pelo buraco dos olhos, eu imaginava por alguns minutos embaçados como seria ser outro alguém que não eu. Depois espantava esse nevoeiro todo com as mãos e cerrava os olhos num segundo, porque eu sempre fui feliz assim, lembrava. O silêncio e a escuridão reinavam mais uma vez entre as cobertas. Quando via, me sorria um outro amor que não o meu, e que certamente não existia, mas que cantarolava uma dessas bandinhas de garagem que ninguém escuta, mas que sempre embalaram o meu coração. E esse amor, que não era o meu na vida do lado de fora, também me escrevia poesia e fotografava rosas na minha vida do lado de dentro. Vai ver eu via fotografia demais. Porque nesses flashs corriqueiros tudo me sorria mais bonito, com cores mais intensas, como se fossem retratos feitos em um desses parques temáticos, onde o mundo parece outro até na cor do céu. Nesses flashs eu aparecia com outras roupas, que não as minhas, e com outros sonhos. Que talvez fossem meus, porém guardados do lado de dentro. Eu aparecia e nem tinha o mesmo nome, nem esse rosto assim tão frágil. Fechava os olhos para não me ver assim tão alguém que não eu e me beliscava a mão para manter os pés bem presos à cama e dentro das meias. Tudo bem. Eu continuava tendo o mesmo cheiro de shampoo de antes. Ainda vestia o mesmo pijama de poá. O meu amor ainda era o mesmo, que não sussurrava bandinhas bonitas e nem entoava poemas. Os meus vestidos floridos continuavam no armário. Vai ver eu pensava demais."

- Rio-doce (via rio-doce)
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"A vida é um teatro de improviso em uma matinê, ou em uma madrugada com aviso de tempestade, é o caos ao acaso se debatendo com começo, meio e fim.
O acaso tão protagonista quanto o destino, fazendo você escolher o tom e a cor dos seus desatinos."

- Transtorno Poético, trecho do poema “Em cena”.  (via oxigenio-dapalavra)
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"She is shy and witty, she is nobody’s fool, she is a brilliant actress, she is beautiful beyond the dreams of pornography, she can be arrogant and willful, she is clement and loving, Dulcis Imperatrix, she is Sunday’s child, she can tolerate my impossibilities and my drunkenness, she is an ache in the stomach when I am away from her, and she loves me!”

 

"She is shy and witty, she is nobody’s fool, she is a brilliant actress, she is beautiful beyond the dreams of pornography, she can be arrogant and willful, she is clement and loving, Dulcis Imperatrix, she is Sunday’s child, she can tolerate my impossibilities and my drunkenness, she is an ache in the stomach when I am away from her, and she loves me!”

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"Me passe o endereço da onde foi parar tudo que tínhamos antes."

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"Relógios não marcam o tempo, o tempo marca as pessoas. Algumas cicatrizes superficiais, bonitas, de boas lembranças. Alguns cortes profundos, doloridos, que mesmo com o passar do anos, não se curam. As incertezas são atordoantes. Saber que o que agora existe, amanhã poderá não existir é angustiante. Algumas coisas vão se perder, algumas pessoas se afastar; outras sumir completamente da sua vida ou desse mundo. Que sorrisos não mais poderão ser vistos, nem as gargalhadas escutadas. Que abraços poderão nunca mais serem sentidos, bocas encostadas, vozes ouvidas. Alguns olhos poderão se fechar para sempre. Os destinos são incertos. A única certeza é o agora e o fim, porque tudo o que se inicia tende a acabar. Pode-se mudar o caminho, mas não a chegada. As estradas podem ser escolhidas, os caminhos trilhados, mas o final é um só. Não haverá um último abraço, um último adeus, uma despedida sequer. Não há nada mais o que fazer com a morte, a não ser vivê-la. Não há o que se fazer com a vida, senão o mesmo."

- Hematopoéticos (via oxigenio-dapalavra)
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