"Me passe o endereço da onde foi parar tudo que tínhamos antes."

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"Relógios não marcam o tempo, o tempo marca as pessoas. Algumas cicatrizes superficiais, bonitas, de boas lembranças. Alguns cortes profundos, doloridos, que mesmo com o passar do anos, não se curam. As incertezas são atordoantes. Saber que o que agora existe, amanhã poderá não existir é angustiante. Algumas coisas vão se perder, algumas pessoas se afastar; outras sumir completamente da sua vida ou desse mundo. Que sorrisos não mais poderão ser vistos, nem as gargalhadas escutadas. Que abraços poderão nunca mais serem sentidos, bocas encostadas, vozes ouvidas. Alguns olhos poderão se fechar para sempre. Os destinos são incertos. A única certeza é o agora e o fim, porque tudo o que se inicia tende a acabar. Pode-se mudar o caminho, mas não a chegada. As estradas podem ser escolhidas, os caminhos trilhados, mas o final é um só. Não haverá um último abraço, um último adeus, uma despedida sequer. Não há nada mais o que fazer com a morte, a não ser vivê-la. Não há o que se fazer com a vida, senão o mesmo."

- Hematopoéticos (via oxigenio-dapalavra)
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"desancorar o coração pra que ele
chegue a outra margem do peito"

- Geraldo de Barros (via realismos)
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"Ele ficou me olhando, e eu o olhava. Minha mão procurou a sua, e a encontrou. Senti que agora era o seu coração que batia mais rápido - eu quase podia escutá-lo, porque estávamos de novo em silêncio. Minha alma, porém, estava tranquila, e meu coração em paz."

- Paulo Coelho   (via incorpora)
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Há agulhas espetadas nos teus lindos olhos azuis.

 

Eles me olham e me contam sobre a tua dor, imploram por um instante de entendimento, por um único ímpeto de lucidez. Nas noites escuras sobre os meus olhos embriagados precipitam tuas rosas cor de rosa e de semblante latim. ah… morena de olhos azuis, me leva pros teus lençois de cetim. Eu quero teus cabelos longos, teus lábios sacanas, tua dor, teu sangue quente, tua mente vã.

Elisa Bartlett, Canções.

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"Os dedos cortam o fogo no topo da vela orquestrando os fios de fumaça que se entrelaçam num dueto de cordas silenciosas. Os olhos fixos capturam a forma perfeita da pequena labareda que consome a cera e o tempo. Sobre a iris escura o reflexo iluminado da chama paralisa a mente que mergulha fundo no abismo de dentro. O olhar permanece firme, não há desvios, é uma estrada reta até o sol. Sobre a pele o perigo eminente do fim sapatilha a vida em um tango suicida. Sobre os pés o diabo conduz a dança rodopiando pelo salão, elipses douradas riscadas sobre a superfície gelada do coração. A alma se cansa e apoiando os ossos sobre a mesa respira fundo e sopra. Os olhos se fecham, desistem dos sonhos, a madrugada é longa, misturo-me à escuridão."

- Elisa Bartlett em “O Sopro”. (via oxigenio-dapalavra)
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Art details 001: Claude Monet - Le Givre à Giverny

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